O que o levou a entrar no setor das atrações?
O que me inspirou a entrar neste setor foi o reconhecimento de uma enorme oportunidade. Os centros comerciais precisavam de novas formas de atrair visitantes e oferecer experiências que não pudessem ser substituídas pelas compras online. Percebi que o entretenimento familiar poderia tornar-se um poderoso motor de afluência, criando experiências memoráveis, aproximando as pessoas e dando nova vida a estes espaços. A partir desse momento, percebi que não estávamos apenas a construir parques; estávamos a criar locais onde as famílias pudessem conviver, rir e desfrutar de momentos de qualidade juntas.
Que conselho daria a alguém novo que queira ingressar no setor?
O meu principal conselho é experimentar o setor em primeira mão. Visite o maior número possível de parques, tanto aqueles que estão a ter um desempenho excecional como aqueles que ainda têm margem para melhorias. Participe na IAAPA Expo, estabeleça contactos com operadores, fornecedores e fabricantes, e nunca pare de aprender.
Mas, acima de tudo, não tente simplesmente copiar o que já existe. O nosso setor evolui graças àqueles que se atrevem a inovar e a criar novas experiências que surpreendem e encantam os seus visitantes. A criatividade e a execução são o que realmente fazem a diferença.
Como se tornou no líder que é hoje?
Acredito que a liderança constrói-se dia após dia. Tive a sorte de me rodear de uma equipa extraordinária que partilha uma visão comum e trabalha com paixão para a concretizar. O meu foco sempre esteve em promover uma cultura de colaboração, onde as ideias de todos contam e o crescimento é um esforço coletivo.
Também aprendi muito ao observar e ouvir os líderes do setor, tanto dentro como fora da IAAPA. Na minha experiência, alguns dos ingredientes mais importantes para me tornar um líder melhor são manter uma mentalidade de aprendizagem contínua, ter a coragem de inovar e rodear-me de pessoas que são melhores do que eu.
